

éder rezende
artista textil mineiro
Tudo tem uma história, um motivo e um porquê. Eu vou justamente atrás dessas três perguntas para criar tapeçarias únicas e transformar inspirações em obras de arte, orgânicas, autênticas e que tragam felicidade. Depois de quase duas décadas afastado da tapeçaria, retomo as raízes e fundo meu segundo ateliê, agora em Poços de Caldas, sul de Minas Gerais. Os fios, que sempre fizeram parte de minha vida, voltam em cores, formas e texturas para ocupar paredes, salas e até se transformar em peças de vestir.
Sou filho de tapeceiro e cresci entre rolos de carpete na loja Mantiqueira, fundada por meu pai. Passei a juventude vendendo tapetes industrializados e artesanais – de sisal, persas, chineses e tantos outros. Hoje, revisito esse universo com técnicas contemporâneas, com a Tufting Gun, aliadas à bagagem acumulada em arte, cultura, design e jornalismo.
A cada projeto, o processo começa com uma conversa regada a pão de queijo e café. Acredito que, antes de qualquer ponto, é preciso ouvir e decifrar desejos. Assim, crio tapeçarias únicas, inspiradas na natureza, na arquitetura de Oscar Niemeyer, nos jardins de Burle Marx, nas músicas de Maria Bethânia, Caetano Veloso e David Bowie, nos acordes de Freddie Mercury e até nas críticas de Banksy.
Antes de abrir o ateliê, vivi muitas vidas. Sou formado em Jornalismo, construí uma sólida carreira na Comunicação Corporativa, chegando a ser um dos assessores de imprensa mais procurados do Brasil, quando representava a vacina da Pfizer em plena pandemia. Morei em São Paulo, em Salvador, depois em Londres, mergulhando em museus como Tate Modern e British Museum, além de acompanhar de perto a Bienal de Veneza, em 2019.
A arte de criar, vender e se comunicar sempre me foi visceral. Mas, após quase 20 anos no mercado de Comunicação e uma volta ao mundo, precisei me reinventar. Um grave acidente de carro interrompeu minha trajetória, enquanto morava no Rio de Janeiro e, depois da recuperação, agora com platinas no joelho e cotovelo, reencontrei no tear uma nova forma de expressão e de vida.
Hoje, cada fio que teço é também um fio de história – pessoal e coletiva. Um trabalho que carrega memória, estética, afeto e a marca de um verdadeiro contador de histórias, por meio dos fios de lã.

biografia
Éder Rezende, nasceu no dia 15/05/1986, é taurino com ascendente em câncer. É católico, batizado e crismado. Filho de Oxalá com Oxóssi. Reikiano Nível 3. Já fez yoga e faz pilates. Frequenta terreiros de umbanda e candomblé. Adora acordar ouvindo Djavan, Maria Bethânia e Caetano Veloso. Tem uma tatuagem escrita “Bahia, onipresentemente”, letra da música “Vaca Profana”, cantada por Gal Costa. Além de uma tatuagem de um fio de lã que conecta a sua mão à sua mente. Seus pais nasceram na zona rural de Congonhal, pequena cidade do Sul de Minas. Éder tem mais de 70 primos.
Após o acidente de carro, sua nova data de aniversário é o dia 20 de Janeiro, Dia de São Sebastião e Oxóssi.
Éder faz combinações de inúmeras técnicas, tanto milenares, como ponto arraiolo, bordado à mão e smirna, quanto contemporâneas. Uma das principais ferramentas que ele utiliza é a pistola elétrica, conhecida como Tufting Gun, que possibilita a criação de peças com formatos e texturas únicas. Além disso, trabalha com a pistola pneumática AK-3, conectada a um compressor de ar de alta pressão. Trata-se de uma ferramenta dominada por pouquíssimos artistas têxteis no Brasil, devido à sua alta complexidade, ao fato de ser importada e custo elevado.
éder rezende
artista textil mineiro
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